Vandalismo destrói mobiliário da Praça da Piedade durante festas de fim de ano em Itabuna.

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A Praça da Piedade, localizada no bairro Califórnia — o mais populoso de Itabuna —, foi alvo de graves atos de vandalismo durante as festividades de final de ano. O espaço público teve diversos equipamentos destruídos, prejudicando o lazer da comunidade local. Na manhã desta terça-feira (6), a Prefeitura de Itabuna, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB), mobilizou equipes de limpeza para remover os escombros e organizar a área.

O levantamento dos danos aponta a destruição total de seis bancos de concreto armado, quatro aparelhos de ginástica ao ar livre e três brinquedos do parquinho infantil. Segundo o Departamento de Limpeza Pública, a ação dos vândalos tem sido recorrente em diversos pontos da cidade, afetando diretamente o bem-estar de crianças e idosos que frequentam esses espaços.

Prejuízo recorrente em diversos bairros
De acordo com o diretor do Departamento de Limpeza Pública, Lázaro Alcântara Pellegrini, o problema não se restringe apenas ao bairro Califórnia. Outras áreas que receberam investimentos e reformas na gestão municipal também têm sido alvo de ataques. Equipamentos públicos nos bairros Conceição, Fátima, Mangabinha e Santo Antônio, entre outros, já apresentaram danos causados por atos de depredação.

A prefeitura ressalta que a manutenção desses espaços gera custos adicionais ao município e interrompe atividades de lazer essenciais para os moradores. O trabalho de recuperação agora foca na limpeza imediata para que a praça possa voltar a ser utilizada, ainda que com o mobiliário reduzido até a reposição.

Consequências jurídicas e denúncias
O vandalismo contra o patrimônio público é crime tipificado no artigo 163 do Código Penal Brasileiro. Para danos contra bens do estado ou município, a pena prevista é de seis meses a três anos de detenção, além de multa. Além da esfera criminal, o autor pode ser responsabilizado civilmente, sendo obrigado a ressarcir os cofres públicos pelos custos de reparo e manutenção dos bens destruídos.

Lázaro Pellegrini reforçou o pedido de apoio à população para identificar os responsáveis. “A comunidade deve cooperar com o poder público denunciando os autores deste crime contra o patrimônio”, afirmou o diretor. Denúncias podem ajudar a coibir novas ações e garantir a preservação dos espaços de convivência da cidade.

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