Entrada de Ângelo Coronel no grupo de ACM Neto pode afetar Republicanos e deixar Marcelo Nilo fora da disputa ao Senado

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A recente chegada do senador Ângelo Coronel ao grupo político do pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), deve provocar mudanças na composição da chapa majoritária para o Senado Federal.

Nos bastidores da política baiana, a avaliação é de que o novo arranjo pode reduzir o espaço do Republicanos na aliança, o que deixaria o ex-deputado Marcelo Nilo fora da disputa por uma vaga na Câmara Alta.

Ângelo Coronel anunciou na sexta-feira (30) sua saída do PSD, legenda da qual foi um dos fundadores na Bahia. A decisão ocorreu após o senador não obter o apoio do partido para sua tentativa de reeleição. Ele deve disputar o Senado na chapa de oposição liderada por ACM Neto.

Com isso, a tendência é que uma das vagas ao Senado na composição oposicionista fique com Coronel, enquanto a outra é apontada, nos meios políticos, como destinada ao ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, João Roma (PL).

Marcelo Nilo, ex-deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), vem desde 2022 articulando sua pré-candidatura ao Senado dentro do grupo de ACM Neto. A movimentação de Coronel, no entanto, altera o cenário e pode redefinir os espaços na aliança para as eleições de outubro.

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