
O ex-governador Romeu Zema (Novo) vive um momento de impasse em sua pré-campanha presidencial. Apesar das viagens pelo país, o mineiro patina nas pesquisas em seu próprio reduto eleitoral, onde registra apenas 11% das intenções de voto, ficando atrás de Flávio Bolsonaro (27%) e Lula (32%).
O baixo desempenho em Minas e o desconhecimento do eleitorado nacional (chegando a 70% no Nordeste) acenderam o alerta no PL. O partido condiciona o apoio ao sucessor de Zema, o atual governador Mateus Simões (PSD), à desistência do ex-governador da corrida ao Planalto para apoiar Flávio Bolsonaro já no primeiro turno. Enquanto Simões rechaça pressionar o padrinho político, o PL avalia nomes alternativos para o governo mineiro, como o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) ou Flávio Roscoe.