
Representante do Sintepav-BA destaca que projeto bilionário deve gerar milhares de empregos e transformar a economia do Recôncavo e da Capital.
O início das obras da Ponte Salvador-Itaparica ganhou um novo capítulo decisivo. Bebeto Galvão, representando o Sintepav-BA e o presidente da entidade, Irailson Gazo, assinou o documento de notificação para o começo das intervenções.
O ato oficializa a mobilização de um dos projetos de infraestrutura mais aguardados da história recente da Bahia.
Segundo Bebeto, a obra representa muito mais do que mobilidade urbana. “Ela começa a sair do papel e já chega movimentando tudo ao seu redor: são bilhões em investimentos e milhares de empregos sendo gerados”, afirmou em suas redes sociais.
O dirigente também elogiou a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT), pontuando que a integração entre a capital e o Recôncavo Baiano deve fortalecer o comércio e o turismo regional. A expectativa é que a redução no tempo de travessia traga uma nova dinâmica econômica para milhões de baianos que dependem do fluxo entre as duas regiões.
Ex-deputado Luiz Argolo se filia ao Republicanos e confirma retorno à política na base de ACM Neto
Condenado na Operação Lava Jato, Argolo obteve indulto da pena e agora planeja disputar vaga na Câmara dos Deputados em outubro.
O ex-deputado federal Luiz Argolo anunciou oficialmente seu retorno à vida pública. Após um período de afastamento devido a processos judiciais, Argolo aproveitou a janela partidária para se filiar ao Republicanos, partido que compõe a base política de ACM Neto (União Brasil). O objetivo central é retomar uma cadeira na Câmara dos Deputados nas eleições de outubro.
“Guiado pela fé e pelo compromisso com a nossa Bahia, assumo o desafio de representar nosso estado em Brasília”, declarou o político, que possui forte reduto eleitoral na região de Entre Rios e no Litoral Norte baiano.
Histórico Jurídico
Luiz Argolo foi um dos primeiros nomes de peso condenados na Operação Lava Jato, em 2015, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele cumpriu quatro anos da pena de 12 anos em regime fechado, sendo solto em 2019 sob liberdade condicional.
O retorno às urnas só é possível porque Argolo recebeu um indulto de pena, baseado em um decreto presidencial de 2017. A decisão judicial extinguiu a condenação, considerando que ele cumpriu os requisitos de bom comportamento e mantém o pagamento parcelado de uma dívida de R$ 1,9 milhão com a Justiça Federal.