Após 17 anos, policiais militares enfrentam júri popular por assassinato de professores em Itabuna

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Quase duas décadas após o crime que chocou o Sul da Bahia, os policiais militares Sandoval Barbosa dos Santos e Joilson Rodrigues Barbosa vão a júri popular nesta terça-feira (5), no Fórum de Itabuna. Eles são acusados de envolvimento no assassinato dos professores e sindicalistas Álvaro Henrique e Elisney Pereira, ocorrido em 2009, em Porto Seguro.

O julgamento acontece sob um cenário de impunidade parcial: o publicitário Edésio Lima, apontado pelo Ministério Público (MP-BA) como mandante, teve sua punibilidade extinta devido à prescrição do processo. O crime, motivado por críticas à gestão municipal da época, ocorreu durante uma greve da categoria.

As vítimas foram atraídas para uma emboscada na zona rural sob o falso pretexto de uma emergência familiar e executadas a tiros.

Membros da APLB Sindicato estão em Itabuna para acompanhar o julgamento. Eles visitaram veículos de comunicação e entidades em um processo de mobilização pedindo a punição dos culpados.

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