Empresa de investigado por elo com PCC mantém R$ 141 milhões em contratos com o governo de Goiás

0

O empresário Adair Meira, de 63 anos, preso recentemente em uma operação conjunta das polícias de SP e GO, preside a Fundação Pró-Cerrado, que detém contratos ativos com o governo goiano somando mais de R$ 141 milhões. As assinaturas ocorreram entre 2021 e 2025. Meira é suspeito de utilizar suas entidades para lavar dinheiro para o PCC.

Segundo as investigações da Polícia Civil de São Paulo, o empresário seria um dos principais interlocutores de João Gabriel de Mello Yamawaki, suposto operador do banco 4TBank, vinculado à facção.

O esquema consistiria na mistura de recursos lícitos e ilícitos por meio de boletos pagos por empresas de Meira ao banco, com o posterior retorno do valor em espécie. Relatórios indicam, inclusive, o transporte de dinheiro vivo entre estados utilizando aeronaves fretadas.

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.